sábado, 26 de novembro de 2011

O seio - parte III - A despedida

Não querer que vá
parece uma boa resposta,
que continua, que te constrói

Nossos poucos minutos
são horas somadas agora
e são caminhantes, desbravam

Tocar-te lembra uma confissão
do que fizemos;
é parte minha...

Meu que se pertence
fora de meus braços,
beijos.

poderá dar-se a outros,
alterar-me o sabor.
Ele é seio e pode ser cruel
e não bom. É tudo que é meu.

Vai embora. Suporto.
A mais difícil memória.

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