sábado, 15 de outubro de 2011

Morno

Abre coração, dizia o texto
e as pernas tremem
sobre o longe.

Que fez distante
dos amores sentidos?

Cadeado as paixões
anos a fio.
Ele mudo. Muda.

As lágrimas imaginadas
cedidas a seco ao ralo

Endureceu,
tornou-se homem:
e ser que chora
ter que bêbado

as emoções partiram
as boas no horizonte,
galho de frutas suculentas
ignoradas.

O chip é inocente,
enxerga o condenado;

Olhos o brilho
se cabeceio o gol;
comemora
suas pernas
inimitável...
namoro entre pás de hélice
o catavento;

Uma lagoa se aproxima
e tanto
enxágua-lhe a face;

Bate no peito não amar
como tremer na brisa o quadril alucinado
contando vantagens
às verdades do lenço e linho.

Um comentário:

Anônimo disse...

Poesia nova no blog, inspirada nas suas interrogações sobre o acaso.
bjs
Lilian

 
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