quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Fuga

Ele é foge de si.

Lembra dele no cair da tarde de novembro.

O calor crescente
a Lua danada.

Caminha nas praças,
sorri de cavalinhos
quase com tanta alegria!

Não da pé para subir o muro
é muita fuga.

O peito vai aberto nas coisas,
sem obreiro
que só ele constrói.

Tem o avesso da cruz
para não ter que se culpar
se chamado de demônio...



.

Nenhum comentário:

 
;