quinta-feira, 2 de abril de 2009
Muitos escritores gostam de brincar com a primeira oração de uma história. Esta de Gabriel García Marquez em Cem anos de solidão é uma de minhas prediletas (e do mundo também, ok?):

Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo.

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